HOW HAPPY IS OUR 
COMPANY?

Ajudamos as empresas a construir negócios melhores, criando uma cultura de felicidade.

SAIBA MAIS CONTACTE-NOS

FELICIDADE

E BEM-ESTAR

Queremos gerar uma cultura da felicidade, ajudando as empresas a construir negócios prosperos

A Engaging Happiness tem por missão a gestão da felicidade e bem-estar das organizações empresariais e instituições públicas.  

A introdução e prática de processos de gestão da felicidade no trabalho demostram que é impactante para os colaboradores e tem uma enorme influência nos resultados financeiros da empresa. Os locais de trabalho felizes são mais eficazes, menos stressantes e têm um menor grau de absentismo e rotatividade de funcionários. É este o nosso propósito. Ajudar a criar propósitos e sítios felizes. Estabelecemos uma parceria com a Delivering Happiness e partilhamos o nosso know-how com integramos essas valências nas organizações para o mercado português. 

A NOSSA

EQUIPA

Somos uma equipa com vasta experiência em consultoria estratégica, gestão de equipas e empresas, criação e implementação de ferramentas online, comunicação e marketing, psicologia positiva, consultores em Felicidade no trabalho, workshops, experiência e gestão de processos de mudança ao nível das organizações e especialistas em comunicação interna. 

Tiago Franco

Os novos modelos de desenvolvimento económico e as novas soluções para uma sociedade de Bem-estar fazem parte dos seus desafios pessoais e profissionais. 

Licenciado em Direito, área de jurídicas-económicas pela Universidade Lusíada, frequentou também o Mestrado em Gestão. Possui uma pós-graduação em Gestão Felicidade e Bem-Estar Organizacional pela Universidade Atlântica, tem uma pós-graduação em Inteligência Competitiva pela Universidade Pompeu Fabra de Barcelona.   

No seu percurso profissional contam-se os cargos de editor de Economia no jornal Semanário (1993) e de director do Departamento de Comunicação da Companhia Portuguesa Rádio Marconi (1993/95). Entre 1996 e 1997, foi analista para assuntos económicos da Rádio Renascença e, entre 1995 e 1997, editor de Economia e do suplemento de Negócios no jornal «O Independente».  No seu curriculum constam ainda os cargos de diretor da revista «V» (1998) e director do jornal Euronotícias desde a sua fundação até Outubro de 2001. Durante 12 anos foi diretor-geral da Ipsis. Tiago Franco é partner da Engaging Consulting e da Engaging Hapiness.

Emília Silva

É especialista em Felicidade Corporativa, e apaixonada pelas pessoas e pelo tema Felicidade no Trabalho. 

Tem 12 anos de experiência em Gestão de Recursos Humanos, em Empresas como a Randstad, Kelly Services, Starbucks CoffeePortugal e LeroyMerlin.

É licenciada em Sociologia do Trabalho, pelo ISCSP –Universidade de Lisboa e pós-Graduada em Gestão e Estratégia Empresarial, pelo ISLA –Lisboa é  também certificada  Chief Happiness Officer, pela WoohooInc. –Copenhaga.

O Paradigma pós-covid 

Sabemos que as reuniões remotas serão normalizadas. Antes da pandemia, as reuniões remotas eram raras, mas vão-se tornar cada vez mais uma rotina.  

Os softwares e os hardwares funcionais terão melhorias significativas, bem como as redes de telecomunicações. Não só a ideia de uma reunião à distância vai parecer mais natural, como as ferramentas para fazer isso serão muito melhores do que as que usamos agora.  

As empresas vão poder partilhar um escritório com a maior adesão ao trabalho remoto, as empresas vão precisar também menos dos escritórios e isso pode impactar diversas decisões, com mudanças significativas nos transportes e nas cidades.   

A “força de trabalho” vai escolher morar em lugares diferentes. Não será definitivo em função dos locais das empresas mas o futuro do trabalho remoto vai transformar cidades e comunidades. Os centros da cidade serão menos relevantes, e até a arquitetura das casas podem ser repensados.     

Outro aspeto importante é que se vai socializar menos no trabalho: As pessoas vão socializar menos no trabalho e vão passar mais tempo com os seus familiares e vizinhos. E isto será com certeza uma mudança no paradigma até porque as coisas não vão voltar inteiramente ao normal.  A verdadeira normalidade só vai voltar quando o mundo inteiro tiver a pandemia sob controlo.